Biogás de Mandioca

Biogás de mandioca é realidade

A Sebigas coloca mais um marco tecnológico na sua história. Sua primeira unidade de biogás de mandioca está em desenvolvimento através da Sebigas UAC, unidade na Tailândia.

A produção de mandioca

Originária da América do Sul, a mandioca (Manihot esculenta Crantz) constitui um dos principais alimentos energéticos do mundo. Consumido por mais de 700 milhões de pessoas, principalmente nos países em desenvolvimento.

Mais de 100 países produzem o tubérculo, a Tailândia ocupa a segunda colocação na produção mundial de mandioca em raiz com 11% de participação. O Brasil participa com 10%, ocupando o quarto lugar, evidenciando o potencial em nosso país.

Usina de Biogás de Mandioca

A usina da Sebigas UAC irá gerar 3.1 MW e será construída dentro de uma área de produção de um importante fabricante local que alimentará a unidade de biogás com resíduos do processamento da mandioca.

A eletricidade gerada será inteiramente utilizada pelo estabelecimento para suas atividades de produção. Com custo de eletricidade maior do que em outros países exportadores da mandioca, a usina de biogás vai permitir que a empresa continue competitiva no mercado, mantendo altos padrões de qualidade e reduzindo custos.

Com perspectivas de crescimento, o segmento da mandioca opera processos geradores de subprodutos com elevadas cargas orgânicas e vazões. Os biodigestores são tecnologias eficientes para evitar a emissão de CO2 equivalente, desde que o metano seja queimado.

Sistemas de biogás conduzem a ganhos ambientais devido ao benefício indireto do manejo do solo e a manipulação de produtos dos resíduos orgânicos, como redução da lixiviação de nitrogênio, amônia e metano.

No Brasil a mandioca têm diversos nomes, aipi, aipim, castelinha, uaipi, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, mandioca-brava e mandioca-amarga. Com produção anual de 23.242.064 toneladas por ano, há uma grande oportunidade de aproveitamento do biogás dos resíduos da mandioca.

Fontes: